Tá certo! Somos a torcida mais apaixonada do mundo. Mas, do mesmo jeito que, no dizer do poeta, o perdão cansa de perdoar, a paixão não pode se esgotar em si mesma. Ela procura reciprocidade, combustível para manter aceso o seu fogo, feitos notáveis, para não correr o risco de se volatizar.
Não falo difícil, apenas penso, racionalizo a minha paixão para que ela não se esgote. O fogo não é eterno. Também precisa de lenha e oxigênio para arder, queimar. Ainda mais debaixo da água, da chuva, que quem nela entra é pra se molhar.
Ninguém duvida da competência de Zé Teodoro e de toda equipe, mas às vezes, chove no molhado. E, sem nenhum trocadilho, isso acontece em todos os clubes futebolísticos. Em um time de futebol, o ataque é para atacar, o meio-campo para armar e a defesa para defender-se. Esse é o óbvio ululante, mas funciona.
Depois dessa longa e penosa espera pelo começo da Série C, precisávamos de uma conquista, feito, elevação da conquista desta serie C, onde a urucubaca passe distante dos gramados do arruda e que venha a sorte e a conquista da classificação para a serie B.
Mas, somos a torcida mais apaixonada do mundo e esperaremos, ardendo no fogo da nossa paixão, que no neste campeonato a eterna alegria do gosto da classificação e do titulo da serie c.
O caminho é longo e sinuoso. Por isso é preciso redobrar a atenção. Dois tropeços já podem significar uma preocupação e mais uma vez nós é que temos de prover que somos um dos maiores.
Precisamos vencer, vencer e vencer. Só assim, em 2014, ano do nosso centenário, seremos tetra estaduais e estaremos na Série A, em nome do Senhor JESUS CRISTO.
Para todos os tricolores um saudoso:
RUMO A SÉRIE B.
O Brasil, com os seus 5 títulos mundiais, é considerado o País do Futebol, mas não consegue atrair muitos torcedores aos estádios. É o que revela um minucioso levantamento da Pluri Consultoria. Acredite se quiser, mas o Campeonato Brasileiro está em 12º lugar em comparação com torneios semelhantes ao redor do mundo.
Nossa média de público é de apenas 14,8 mil (ver quadro a seguir), inacreditavelmente abaixo de EUA e China, países com pouca (ou quase nenhuma) tradição futebolistica. O líder de público nas arquibancadas é a Alemanha, seguida de Inglaterra e Espanha.
O mais curioso é constatar que, num ranking dos 100 clubes de maior média de público no mundo, apenas três clubes brasileiros entram na lista: o Santa Cruz (39º), o Corinthians (62º) e o Bahia (100º). Então, essa hipotética disputa entre Flamengo e Corinthians para ver quem tem mais torcida, na prática precisa ser revista. Torcedor mesmo é aquele que vai ao estádio – e não aquele que fica no sofá, assistindo pela TV. E, nesse quesito, o Santa Cruz do Recife está na frente de todos os brasileiros. E o Flamengo não entra nem na lista dos 100.
FONTE: Marcondes Brito (Band)
Este feito foi Incrível. Será que algum dia irá se repetir.
Aristóteles Cantalice apita o fim da partida, em 10 de agosto de 1986. Estava decretado o campeão pernambucano daquele ano, na Ilha do Retiro. Festa dos visitantes corais.
Enquanto Zé do Carmo, Birigüi e Marlon corriam para a torcida, na geral do placar, o jovem presidente coral andava na direção contrária. Zé Neves ainda tentava se dar conta de que a glória era real, até que foi chamado por um torcedor no alambrado…
Se aproximou e recebeu uma enorme bandeira do clube. Tentou tremular a bandeira. Não conseguiu. Era bem pesada. Ele começou, então, a caminhar pelo campo. Sem destino. Até que percebeu que os 37 mil presentes no estádios silenciaram, na expectativa daquela inusitada ação, já próxima ao meio-campo. Zé relembrou a história.
“Não foi premeditado. Não tinha como ser, pois ninguém esperava aquilo. Quando peguei a bandeira e vi que era muito pesada, pensei: ‘o que vou fazer com essa bandeira aqui?’. Aí, eu lembrei dos filmes de guerra, quando os soldados conquistavam territórios fincando a bandeira. Peguei a bandeira e fui levando, num trote leve. Quando percebi o silêncio das torcidas não teve jeito. Vi a bolinha do centro do gramado. Finquei a bandeira ali. A minha torcida foi ao delírio. Foi muita revolta do outro lado (rubro-negros), mas sem confusão alguma, rapaz. Eram outros tempos.”
Em 1987 a taça também foi conquistada na Ilha. O episódio não se repetiu. A segurança estava reforçada.
“Hoje em dia eu não consigo imaginar ninguém fazendo aquilo, por causa da violência nas arquibancadas. Teve até gente que tentou, como Carlinhos Bala, pelo Sport, em 2007, mas a Polícia Militar não deixou. A PM ficou ligada. Em 1987, quando o Santa foi campeão lá dentro de novo, foi só eu colocar a cabeça no túnel do vestiário para chegar um coronel avisando: ‘Hoje não, Zé! Pelo amor de Deus, sem confusão’”.
A história já estava feita, Zé. Fora o apelido dado pelos corais ao estádio rival…
Sem dúvida alguma, um dos capítulos mais polêmicos da história do nosso futebol.
Faleceu nesta quarta-feira, aos 98 anos, a torcedora do Santa Cruz Damiana Xavier da Silva, da cidade de Carpina, que nasceu no mesmo dia de fundação do Mais Querido e foi homenageada pelo site CoralNET no seu último aniversário (saiba mais aqui).
O sepultamento de Dona Moça, como era conhecida, acontecerá amanhã, às 15h, no cemitério São Sebastião, em Carpina.
SAUDADES ETERNAS DE TODA NAÇÃO CORAL!!!
FONTE: Coral Net
O Santa Cruz completou nesta sexta-feira 98 anos de uma linda história de glórias, conquistas e muita paixão. E se você tivesse a oportunidade de ter acompanhado essa história de perto ao longo de todos esses anos? Vivendo ao lado do clube do seu coração toda a emoção de ser tricolor...
Esse é o caso de Damiana Xavier da Silva, natural da cidade de Carpina, localizada a 60km da capital pernambucana. Nascida em 03 de fevereiro de 1914, mesmo dia de fundação do Mais Querido, Dona Moça, como é conhecida, é torcedora do Santa de carteirinha e vem acompanhando o seu time durante todo esse tempo.
Quem vê Zé Teodoro trabalhando no Santa Cruz, logo percebe que esse
goiano, de Anápolis, é muito mais que um simples treinador de futebol.
No Tricolor, o técnico exerce uma influência tão grande, que chega a ser
comparável a de grandes treinadores do futebol mundial, como a de Alex
Ferguson, manager há 26 anos do Manchester United, guardadas,
obviamente, as devidas proporções. Essa continuidade que existe no Mais
Querido vai na contra-mão justamente dos maiores rivais. Enquanto a
Cobra Coral está com Zé Teodoro desde o final de 2010, nesse período, o
Sport teve cinco treinadores diferentes e o Náutico, três.
- Acho que estamos no caminho certo. Os exemplos mais bem sucedidos no
Brasil e no mundo inteiro acontecem com treinadores que tiveram uma
continuidade em seus clubes. O trabalho aqui no Santa Cruz é feito de
maneira séria e bastante honesta.
A torcida TRICOLOR Pernambucana, preparou uma Homenagem para os RUBRO negro.
Confira Abaixo:
Este é o primeiro vídeo que
o Blog Esquina Da Vila preparou para Você.
Mais com todo o respeito à NAÇÃO RUBRO NEGRA.
O
aniversário era do Sport, mas quem fez a festa na Ilha do Retiro foi o
Santa Cruz, que conquistou o bicampeonato em pleno gramado rubro-negro,
repetindo o feito de 25 anos atrás, quando foi campeão dois anos
seguidos pela última vez. Precisando da vitória de qualquer jeito, o Santa Cruz foi para cima e venceu o Sport por 3x2, com gols de Branquinho, Luciano Henrique e Dênis Marques que, de sobra, ainda garantiu a artilharia da competição, com 15 gols marcados.















